Quando somos convidados pra assistir a um novo filme de um cineasta com a envergadura de Win Wenders, é um convite praticamente irrecusável. Ainda que seja um diretor com altos e baixos.
Após a realização dos documentários Pina (2011) e O Sal da Terra (2014), o cineasta alemão volta a dirigir uma ficção. Escrito por Bjorn Olaf Johannessen, Tudo vai dar Certo conta a história de Tomas Eldan (James Franco), um escritor em pleno bloqueio criativo que - após um trágico acidente - torna-se um profissional bem sucedido, mas todos os envolvidos com o acidente tem que aprender a lidar com seus traumas.
Como se diz no meio dos críticos, o filme não chega lá. Ou seja, não é bem realizado. Filmado em 3D, Tudo vai ficar bem não justifica o emprego - e despesas - para a necessidade da técnica. Talvez por isso, a distribuidora Marés Filmes optou por não exibir dessa forma no Brasil.
Apesar das belíssimas imagens do diretor de fotografia Benoit Debie, o roteiro deixa muitas "pontas soltas".
A direção colabora para que fique vago, ainda mais com a escalação do asséptico protagonista James Franco, que após vários anos que a história conta, não tem nenhum envelhecimento visível, assim como ocorre com as coadjuvantes Charlotte Gainsbourg e Rachel McAdams.
A entrada - ainda que tardia - do ator Robert Naylor, no papel do filho de Kate (vivido por Charlotte), dá novo fôlego à trama mas fica muito longe de salvar a história.Se existe um destaque no elenco, é a participação de Charlote, que traz alguma densidade à trama.Sem dúvida, Tudo vai ficar bem é apenas uma sombra da obra de Wenders, e seu rimo arrastado e atuações insossas traz ao público a sensação de ter tomado um bom calmante antes da sessão.
A direção colabora para que fique vago, ainda mais com a escalação do asséptico protagonista James Franco, que após vários anos que a história conta, não tem nenhum envelhecimento visível, assim como ocorre com as coadjuvantes Charlotte Gainsbourg e Rachel McAdams.
A entrada - ainda que tardia - do ator Robert Naylor, no papel do filho de Kate (vivido por Charlotte), dá novo fôlego à trama mas fica muito longe de salvar a história.Se existe um destaque no elenco, é a participação de Charlote, que traz alguma densidade à trama.Sem dúvida, Tudo vai ficar bem é apenas uma sombra da obra de Wenders, e seu rimo arrastado e atuações insossas traz ao público a sensação de ter tomado um bom calmante antes da sessão.
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